controle da dor HOF

Vai doer?

Dor é algo engraçado.

Ok. Não a DOR que é engraçada, pelo contrário, mas a percepção da dor é algo muito estranho…

Meu avô, uns 25 anos atrás, estava usando uma serra elétrica circular para cortar madeiras e, do nada, lá estava um dedinho pendurado na mão por uma tira fininha de pele.

Entre o acidente, a viagem esquema missão impossível no trânsito de São Paulo para levá-lo ao hospital, o atendimento de emergência e ele passar a contar vantagem por ter descontos na manicure (piada dele, não minha), meu avô disse que não tinha sentido nenhuma dor.

Foi um “susto”, basicamente.

Aí existem muitas explicações. Algumas hipóteses relacionadas à descarga da adrenalina na hora do acidente até dele ter uma “tolerância a dor maior” que o resto das pessoas…

Não é uma resposta completa, mas pode ajudar a explicar o motivo de uma amputação de um dedo não causar dores. E não é uma situação exclusiva do meu avô, há muitos relatos deste gênero.

Mas como disse, não é a regra.

Mas e se a dor é prevista como parte de um tratamento? Na harmonização facial, praticamente tudo começa com uma agulha. E o principal tratamento, a toxina botulínica, demanda vááááárias picadinhas de agulha…

E dá pra fazer uma aplicação (quase) indolor. Mas tem muitos aspectos que deve ser levado em consideração, desde a técnica até reconstituição do produto. E este é o artigo principal desta semana, um tutorial como evitar a dor na hora de tratar com toxina botulínica. 

Outro assunto que não tem nada a ver com dor, mas que vai agregar muito conhecimento: vitiligo.

Hoje existe um esforço muito grande para desmistificar quem tem esta condição, e aqui tem um TCC para baixar no tema, e com uma abordagem muito interessante: Tratamento do Vitiligo com uso de Derivados Plaquetários.

Mas não é só isso. Você sabia que temos 17 marcas de preenchedores no mercado? Sim, aumentou mais uma marca misteriosa que tem Anvisa e tudo. E o artigo sobre isso foi atualizado, você já leu?

Era isso! Até semana que vem!!

Rogério


Publicado por:
Mestre em Medicina/Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, Prótese Dentária, Prótese Bucomaxilofacial e em Harmonização Orofacial. Coordenador de cursos em Implantodontia e Harmonização Orofacial do Instituto Velasco, Diretor do Hospital da Face. Trabalha desde 2011 em harmonização facial.